Select Page

Em matéria publicada em 28/05/2012, o Jornal A Tribuna mostra um pouco mais da história de um casal  entre os 95 que celebraram sua união durante o Casamento Comunitário ocorrido na Arena Santos.

Juntos há 14 anos,  fizeram do sonho da troca de alianças uma realidade, frente a uma grande celebração.

Confira a matéria abaixo:

Após 14 anos, o sonho do sim se torna realidade.
Casal é um dos 95 que participaram do casamento comunitário.

Por Nathália de Acalcantara
Redação

O sonho de 14 anos dos noivos Marcelo dos Santos e Samantha Maria de Souza Moares saiu do papel direto para o altar. O auxiliar de atendente de 36 anos e a dona de casa de 31 têm uma história cheia de encontros e desencontros, que, no sábado ganhou um recomeço depois do sim.Junto com eles, outros 94 noivos participaram do casamento comunitário realizado no Arena Santos, e tornaram realidade a troca de aliança com direito a bênção.

A historia de Samanta e Marcelo mistura-se com muitas outras: o casal se apaixona, vai morar junto e um casamento oficial deixa de ser prioridade.”Nós sempre tivemos o desejo de casar, mas acabei ficando grávida e os planos foram adiados um pouquinho”, diz Samantha. Os recém-casados namoraram, mas logo terminaram. Nesse tempo, Samantha engravidou e eles voltaram a se ver.”O destino fez com que estivéssemos juntos hoje. Eu tinha meu filho na barriga e ele quis ficar com a gente. O amor falou mais alto”.

A vontade de oficializar a união foi tanta que ela lembra que o marido esqueceu até o romantismo. “Marcelo trouxe a ideia pronta da inscrição, dizendo que gostaria de participar, e esqueceu de me fazer o pedido”.

Para ele, o momento representa a vitória do casal e a sensação é de desejo finalmente realizado.”Eu que tive a ideia de casar.Quando soube do casamento comunitário logo vi uma oportunidade de realizar o meu”.

Para eles, seus anseios ganharam novo impulso.Isto significa a renovação de planos, etapas a vencer e conquistas a comemorar. “Foi um dia de muita alegria, igual ao nascimento de nossa primeira filha Maria Eduarda. São gestos simples, mas que representam a essência do que sentimos”.

Confira a digitalização da matéria: